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Royal Enfield: uma marca com mais de um século de história

A mais nova loja das motocicletas com produção contínua mais longínqua no mundo, chega a Londrina

Muito mais que uma marca de motocicletas, a Royal Enfield preserva a história que existe por trás de cada modelo lançado pela concessionária internacional, com produção contínua desde 1901. No sul do Brasil o Grupo Remotors administra as concessionárias de motos Royal Enfield em Curitiba e Porto Alegre, e agora, também a loja da marca em Londrina, inaugurada nesta quinta-feira (01/07).

Apesar da produção das motocicletas Royal Enfield terem começado oficialmente com produção contínua em 1901, a história da marca começou bem antes, em 1891. R.W. Smith e Albert Eadie eram os proprietários da Townsend Cycle Company em Redditch, Inglaterra. Quando a empresa começa a fornecer peças de maquinaria de precisão para a fábrica de armamentos Royal Small Arms na cidade de Enfield, Middlesex, a Townsend Cycle Company se torna Enfield Manufacturing Company Limited. Não demorou muito, para que em 1893, a Enfield Manufacturing se tornasse a Royal Enfield, mantendo a essência de quando tudo começou com o lema:  “Made like a Gun” (fabricada como uma arma).

As primeiras motocicletas

O primeiro protótipo de um veículo motorizado era um quadriciclo: uma bicicleta de quatro rodas com um motor, desenhado pelo próprio R.W. Smith em 1898. O protótipo de Smith evolui até, enfim, nascer a primeira Royal Enfield produzida pela primeira vez em 1901. A Royal Enfield é uma marca que se desenvolve ao longo da história ao mesmo tempo que escreve a sua própria história. Toda linha do tempo da concessionária acompanha o contexto sociopolítico de cada época.

Entre 1939 e 1945, por exemplo, a marca se dedicou a produzir um grande número de motocicletas para o exército militar britânico durante a 2ª Guerra Mundial.  Ao longo dos anos até os dias atuais, as motos Royal Enfield, sempre se destacaram em competições esportivas. Já são 120 anos de motopurismo e muita paixão de quem produz, vende e pilota uma Royal.

Qual o perfil de quem pilota uma Royal Enfield?

Além de celebrar e preservar o conceito do mototurismo (https://www.gruporemotors.com.br/blog-remotors/o-que-motopurismo)  com a simplicidade dos modelos, a marca não deixa de ser moderna, atual e extremamente potente, fazendo com que pelo mundo todo pessoas de gerações diferentes escolham adquirir uma Royal .

A sócia das lojas da marca no sul do Brasil Bruna Wladyka, explica que o perfil do comprador de uma Royal Enfield é bastante diverso, tanto pelo resgate do motopurismo, quanto pelo estilo, mas também pelo ótimo custo benefício, já que as motocicletas custam a partir de R$20.390,00. “Temos um público um pouco mais velho que busca esse resgate histórico mas, pelo estilo da moto, já que muitos dos nossos modelos já vêm praticamente customizados de fábrica, pelo design, pelas cores, pelo estilo, também estamos vendo um público muito jovem buscando Royal, por ter um lifestyle, mas também um custo bom.”

#Elaspilotam 

A bruna Wladyka também comanda o movimento Elas Pilotam que incentiva mulheres a pilotarem motocicletas, mas principalmente suas próprias vidas. Além de empoderar mulheres motociclistas, no Instagram a página do movimento “livre e aberto para todas as mulheres que se identificam com o mundo duas rodas”, já contabiliza mais de 17 mil seguidores. Acesse @elaspilotam.

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